domingo, 20 de junho de 2010

O CABRITO E O LOBO

Da casa em que se encontrava, um cabrito viu um lobo. Pôs-se a insultá-lo e a escarnecer-lhe. O lobo disse então:


-O insulto não vem de ti, mas do lugar onde estás. Muitos deixariam de ser valentes diante dos fortes se não estivessem em lugar seguro.

O cabrito então, para se mostrar o que infelizmente não era, resolveu sair de sua toca e provocar ainda mais o lobo, só que dessa vez não aconteceu o que ele esperava. O lobo sem pensar duas vezes saiu correndo atrás do cabrito. Outros animais que ali estavam ficaram desesperados ao ver que a qualquer momento o lobo poderia devorar o pobre cabrito.

Resolveram então chamar o rei daquela floresta, que é nada mais, nada menos do que o tão chamado o REI DA FLORESTA.

Assim que foi avisado o Rei saiu às pressas e muito bravo. Chegando até o local gritou:

- Parem imediatamente com isso, os dois!!!

O lobo e o cabrito levaram uma grande punição, foram expulsos da floresta.

E para aprender a conviver junto, o Rei deu mais uma ordem:

-Se vocês quiserem voltar daqui a cinco meses, terão que passar esse tempo juntos, eu colocarei alguém para vigiá-los, se tiverem um bom comportamento um com outro poderão voltar, ao contrario disso vocês terão que procurar outra floresta.

O cabrito e o lobo saíram de cabeças baixas e morrendo de vergonha dos animais que ali estavam. Passaram a então morar junto em outro setor da floresta, longe de tudo e de todos. Passados os 5 meses eles voltaram e como o resultado foi ótimo eles puderam voltar para a floresta como foi o combinado.

E assim tudo voltou a ser como era antes.







LUCIANA RODRIGUES DA SILVA - 1ºB

A COTOVIA

Presa numa arapuca, uma cotovia se lamentava:


“Pobre de mim! Pobre pássaro que sou! Não roubei nem prata nem qualquer outro objeto precioso: por causa de pequeno grão de trigo vou encontrar a morte”.

Tão grande risco por nada!

Eu apenas tinha fome, era apenas isso mais nada...

Há tanto tempo eu não comia nada, eu estava sujeito à morte... Agora além de estar preso numa gaiola, a morte me espera.

Mas faze o que... Talvez meu destino seja esse, Hoje estou aqui, amanhã eu já não sei, tudo por um grão de trigo... Eu era apenas um pássaro alegre, e hoje estou num mar de tristeza, minha vida acaba aqui, numa pequena gaiola, só e infeliz...

Tudo por nada, uma vidinha que hoje se acaba... •.



ANGÉLICA CARDOSO FOLMER – 1ºB

O AVARENTO

Um avarento juntou tudo o que tinha e transformou numa barra de ouro que enterrou em seu jardim; com ele enterrou também sua alma e todos seus pensamentos. Desde então, diariamente, ia inspecionar seu tesouro. Um de seus empregados, observando aquele vaivém, logo viu de que se tratava; desenterrou a barra de ouro e levou-a. Pouco depois, o avarento foi fazer sua inspeção. Quando viu o buraco vazio, começou a se lamentar e arrancar os cabelos. Vendo-o nesse estado, um transeunte perguntou o que tinha acontecido e, disse-lhe. “Porque ficar assim tão desolado”? Tinhas o ouro e ao mesmo tempo não tinhas. Basta por uma pedra onde estava o ouro e imaginar que está lá. Pelo que vejo mesmo quando o ouro estava lá, não fazias uso dele''.


Ter bens e não usufruí-los é o mesmo que não ter. O avarento muito nervoso responde que não iria gastar nada de seu ouro. Logo percebe a razão de seu ouro sumir. Percebe que seu empregado saiu sem avisar.

Sua mulher que estava no serviço logo chega e pergunta o que estava acontecendo. Assim como ele não havia contado nada pra ela, não tinha como explicar.

Disse que iria dar uma volta por aí e logo voltava. A mulher desconfiada foi chamar sua filha que estava com seu namorado num bar perto de sua casa.

Mãe, filha e namorado se reúnem para descobrir o que estava acontecendo. Foram caminhando no jardim e v?Em aquele buraco vazio. Logo deram falta do empregado.

O avarento saiu atrás do empregado logo-o encontrou bem longe da cidade. Num bar que tentava negociar com o atendente. O avarento pega uma cadeira joga na cabeça do empregado e pede o que tinha de mais precioso. O empregado diz que não tem nada, mas o avarento não desiste. Dá um tiro em direção ao empregado e não acerta.

O empregado foge pelo mato, logo encontra uma cachoeira e não tem como voltar. Ele para e enquanto pensa o avarento chega. Tenta ir mais pra frente, encontra uma placa onde está escrito ''perigo posso fundo ''.

Ele tenta voltar e se encontra com o avarento, começam a brigar de novo.

O empregado penso em atirar o ouro que está no seu bolso, dentro da cachoeira. O avarento se joga nas profundezas da água atrás do seu ouro, e não volta mais.

A família recebe informação dos outros e logo chega lá. O empregado deixa uma carta perto da placa e some. Chama a polícia para a retirada do corpo a busca do empregado.

Logo recebe uma notícia que o avarento estava morto. Mas eles acham o ouro e prometem dar a pessoa mais pobre da cidade.



ROSELI DA SILVA - 81

O PASSARINHO E O MORCEGO

Quando caia a noite, um passarinho que tinha sido posto numa gaiola começava a cantar. Um morcego ouvia sua voz. Foi perguntar-lhe por que de dia ele descansava e à noite cantava. O passarinho respondeu: - Tenho minhas razões. Foi cantando de dia que terminei preso; de então, aprendi a ser sensato.


O morcego lhe disse: - A prudência agora não adianta de nada; por que não a usaste antes de te prenderem!

Então o passarinho disse:- De que adianta eu cantar de dia, se agora não tem mais sentido cantar. De noite eu penso como era bom ser livre. O morcego, não entendendo nada, foi embora, no outro dia o dono do passarinho resolveu soltá-lo, pois não agüentava mais ver o passarinho triste, durante o dia. O passarinho não sabia se ficava feliz ou triste, pois o seu dono era bom, mas não precisava ter o prendido.

E assim o passarinho foi embora deixando seu dono triste, e tentando viver feliz. E também tentando encontrar o seu amigo morcego. Pois então o encontrou um velho amigo dele e do morcego. -Você não está lembrado mais de mim, pois sou sua velha amiga Andorinha? .-Pois agora estou lembrado de você, mas o que você me diz do nosso velho amigo morcego? -Você não o sabe morreu. Mas mesmo com essa má noticia o passarinho segue sua vida em frente, e formou uma bela família.



ROSANE SILVA - 81

OS VIAJANTES E O PLÁTANO

Meio-dia, pleno verão. Dois viajantes cansados pelo calor, avistam um plátano. Ao se aproximarem, deita-se para tirar uma soneca à sua sombra. Observando a árvore, um diz para o outro:


-Eis uma árvore estéril sem nenhuma utilidade para os homens.

O plátano os interrompeu:

-Ingratos! É justamente quando vocês aproveitam a minha sombra que me chamam de inútil e de estéril.

Assim é o destino de alguns: são vistos como inúteis mesmo quando prodigalizam seus benefícios.

Mas os homens não desistiram sentaram-se de baixo da árvore e tiraram sua soneca, mas ao acordarem estavam cobertos de folhas, se assustaram e saíram levantando folhas para tudo o quanto foi lado saíram gritando só pedindo socorro, mas ninguém os atendia, porque eram longe dos moradores.

Então que não adiantava gritar mais eles saíram correndo a procura de alguém que os ajudam-se eles.

Mas igual como eles estavam super desesperados correram tanto que chegaram à cidade muito cansada quase não conseguiam falar estava faltando o fôlego de ambos, mas conseguiram falar, falaram que uma árvore tinha falado com eles mas isso não deixa de ser verdade a árvore falou mesmo com os dois só que na cidade ninguém acreditou,por que nunca uma árvore falou com alguém antes. Então os dois foram até a árvore novamente e falaram coma árvore, e ela pediu desculpa por ter os assustados e ficou tudo bem entre eles.



PATRICIA LUANA – 81

OS FILHOS DO CAMPONÊS

“A discórdia reinava entre os filhos de um camponês”. Em vão ele os exortava os a mudar de comportamento; suas palavras não produziam nenhum efeito. Foi por isso que ele decidiu dar-lhes uma lição na hora.


-Tragam-me -disse ele -um feixe de gravetos.

Os meninos foram buscar. O camponês pegou os gravetos e uniu-os num feixe compacto e pediu que eles o partissem. Apesar de toda a força que botaram, não conseguiram. O pai então desfez o feixe e deu a cada um deles um graveto. As crianças o quebraram com facilidade.

-”Vejam meus filhos o mesmo acontece com vocês; se forem unidos, não temerão seus inimigos, mas se continuarem na discórdia, cairá na mão deles.”.

Depois disso o filho mais novo que se chamava João concordou com seu pai Ernesto, mas o filho mais velho que se chamava Isaias não concordava de jeito nenhum, pois como era muito agarrada com sua mãe Vitória que morreu muito cedo em um acidente.

Alguns dias depois, daquela conversa, Ernesto percebeu que seu filho Isaias estava sofrendo, então resolveu perguntar o que estava acontecendo:

• -O que está acontecendo meu filho?

• Depois de algum tempo sem resposta Isaias respondeu:

• -Ah, pai eu não sei bem o que está acontecendo comigo,só sei que não me conformo que o João não sente falta da mamãe.

-Meu filho, seu irmão tinha apenas um ano enquanto você já tinha sete e já entendia melhor os fatos acontecidos!

-Mas então eu devo um pedido de desculpas ao João!

Dito isso Isaias saiu correndo ao encontro de seu irmão e deu-lhe um forte abraço dizendo:

-Me perdoe meu irmão por tudo o que eu te fiz no passado.

1. -È claro que eu te perdôo meu irmão querido!

2. Assim eles continuavam à ter suas pequenas discórdias mas agora sempre terminavam em risos.





VANESSA BOLDUAN - 81

ESTÁTUA A VENDA

Um homem tinha feito um Hermes de madeira. Foi vendê-lo na feira. Não encontrando comprador, pôs-se, para atrair a freguesia, a bradar as vantagens de sua mercadoria; era, dizia ele, um deus benfeitor e pródigo de favores. Alguém que passava lhe disse:


-Como queres vender alguém cujos favores te seriam tão úteis?

O vendedor respondeu;

-É que estou precisando de um socorro urgente e ele, normalmente, demora a distribuir seus benefícios.

Seu João que ia passando ouviu a conversa e perguntou para o vendedor. -Quer vender a estatua?

Sim, respondeu o vendedor Selio. Seu Selio convidou o João para tomar um café em sua casa, para tratá-lo do assunto. Seu João aceitou na hora. Ao chegar à casa de Selio,os dois começaram a conversar tomando seu café,seu João perguntou já vendeu uma estatua parecida com essa?

Não, falou Selio,essa estatua chegou hoje em minha venda,seu João disse essa estatua deve ser valiosa pelo jeito que se encontra,deve ser de uma família

bem conhecida. Seu João encantado com a obra de arte perguntou a Selio.Quanto você quer pela estatua?

Quero pelo menos uns RS 10.000 reais, seu João aceitou o preço, pegou-lhe na caneta e escreveu o cheque e deu a Selio. Seliodeu pulo de faceiro, de vender uma estatua que nem sabia qual era o valor necessário, e qual família pertencia.

Então Selio agradeceu seu João, e seu João pegou a estatua botou em seu carro e se dirigiu para sua casa. Ao chegar a casa, subiu correndo nas escadas de sua casa, pegou sua mulher e seus dois filhos, levou lá fora, para vê o que tinha acabado de comprar,quando abriu a porta do carro olhou para dentro não havia nada de estatua, só havia um bilhetinho escrito ''essa estatua e como uma santa de igreja, santa só para em uma igreja, e eu estatua só paro no meu lindo castelo de flores.



QUELI – 81